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15男女詐騙銀行被捕
2017年3月22日,本局接獲某銀行報案,稱發現有個別已批出的中小企貸款計劃申請涉及偽造文件。經本局人員調查及分析後,確認最少33宗貸款申請中的商業登記、銀行存款記錄、銀行內部借貸申請的實地勘查及審核等文件均為虛假,涉案金額約880萬澳門元。
本局於同日採取行動,先後截獲15名涉案男女,包括銀行職員、中介人及貸款申請人。調查發現,涉案中介自2016年中開始,在關閘一帶以派卡片或朋友介紹方式物色有財務困難的人士,指使他們假稱在本澳開設企業或冒認其他企業之負責人,並向他們提供虛假文件以申請信貸,再經涉案銀行職員負責審批,從而詐騙貸款。申請人成功借貸後,須支付數千至數萬澳門元不等之手續費。本局以偽造文件、加重詐騙罪將15名男女移送檢察院處理,並繼續調查案件。
15 persons arrested for defrauding bank
On 22nd March 2017, the Judiciary Police received a report from a bank, claiming that some of the approved applications for small to medium-sized enterprise loan plan were found to have involved counterfeit documents. After investigation and analysis, the Judiciary Police personnel confirmed that documents such as commercial registrations, bank deposit records, on-site inspections and audits of internal bank loan applications of at least 33 loan applications were fraudulent. The amount involved was around 8.8 million patacas.
The Judiciary Police took action on the same day, intercepting 15 involved persons successively, including bank staff, middlemen, and loan applicants. Investigation revealed that since mid 2016, the involved middlemen solicited individuals with financial problems by means of distributing business cards or through friends, instructing them to falsely claim that they were setting up enterprises or impersonate the persons-in-charge of other enterprises. These middlemen provided them with counterfeit documents for applying loans, which were approved by the bank staff involved, so as to secure the loans by deception. The applicants were required to pay thousands to tens of thousands in patacas as a handling fee once the loans were approved. The Judiciary Police transferred the involved 15 persons to the Public Prosecutions Office with the charges of counterfeit documents and aggravated fraud and continued to investigate the case.
Detidas 15 pessoas por burla em bancos
No dia 22 de Março recebemos uma denúncia de um banco, a dizer que descobriu alguns pedidos de empréstimo para pequenas e médias empresas já aprovados, que poderiam envolver falsificação de documentos. Na investigação confirmou-se que pelo menos 33 pedidos de empréstimo vinham com documentos falsificados, como o registo comercial, registos de depósitos bancários, documento comprovativo da inspecção presencial e verificação para pedido de empréstimo realizadas pelo banco, num montante envolvido de aproximadamente 8,8 milhões de patacas.
No mesmo dia a PJ lançou uma operação, que culminou com a intercepção de 15 pessoas, entre as quais há mulheres, incluindo funcionários do banco, intermediários e requerentes de empréstimo. Segundo a investigação, os intermediários começaram a actuar em meados do ano 2016, distribuindo cartões de visita na zona das Portas do Cerco ou por meio de amigos, angariavam pessoas com problemas financeiros, ensinando-as a disfarçarem-se de pessoas interessadas em criar empresa em Macau ou de responsáveis de empresas, a quem forneciam documentos falsos para pedir crédito, os pedidos de empréstimo posteriormente eram entregues aos funcionários do banco responsáveis pela apreciação dos pedidos, sendo estas burlas com empréstimos bancários. As pessoas que conseguiram obter aprovação, tinham que pagar entre milhares a centenas de milhares de patacas como custos das formalidades. As 15 pessoas detidas foram presentes ao MP acusadas de falsificação de documentos e de burla qualificada.