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本澳女子涉詐騙及偽造文件被捕
2019年4月,本局接獲檢察院指示調查一宗詐騙案,案情指有兩名人士分別於2017年8月和9月期間以風順堂區同一店舖的地址向特區政府申請受“天鴿”風災影響的中小企業災後補助金,懷疑涉及詐騙行為。
本局深入調查後發現,上述店舖女業主將店舖租予他人經營食店,“天鴿”風災後,有關租戶已向政府提交相關補助申請,但業主卻以同一地址向財政局申報另一間食店的開業登記,並竊取租戶的受損設備單據和相片向政府申請資助,成功騙取特區政府五萬澳門元補助金和14.5萬元無息貸款援助金。
本局以詐騙(相當巨額)罪及偽造文件罪將涉案女子移送檢察院偵辦。
Macao woman apprehended for fraud and falsification of document
In April 2019, the Judiciary Police received instructions from the Public Prosecutions Office to investigate a fraud case. Case details revealed that two persons had used the address of the same shop located at Freguesia de São Lourenço to apply for the “Special Subsidy for Small and Medium-sized Enterprises affected by Typhoon Hato” from the Macao SAR Government in August and September 2017 respectively, suspecting involvement of fraudulent acts.
After in-depth investigation by the Judiciary Police, it was discovered that the female owner of the abovementioned shop had leased the shop to someone to run an eatery. After the Typhoon Hato, the said tenant had applied for the relevant subsidy from the Government. However, the owner used the same address to file a business start-up registration for another eatery with the Financial Services Bureau, whilst misappropriating the tenant’s receipts and photos of the damaged equipment to apply subsidy from the Government, thereby successfully deceived MOP50,000 subsidy and MOP145,000 interest-free loan grants from the Macao SAR Government.
The involved woman was transferred to the Public Prosecutions Office with the charges of fraud (considerably huge amount) and falsification of documents.
Detida uma residente por burla e falsificação de documentos
Em Abril de 2019, a PJ recebeu indicações do Ministério Público para investigar um caso suspeito de burla, em que dois indivíduos requereram ao governo, respectivamente em Agosto e Setembro de 2017, abonos às pequenas e médias empresas afectadas pelo tufão Hato, utilizando o mesmo endereço de uma loja sita na Freguesia de São Lourenço.
Após averiguações, a PJ verificou que aquela loja tinha sido alugada pela proprietária a terceiros para exploração de estabelecimento de comidas. Depois da passagem do tufão Hato, o inquilino da loja requereu junto do governo o pedido de abonos. Contudo, a proprietária utilizou o mesmo endereço para efectuar a declaração do início de actividades de um outro estabelecimento de comidas na Direcção dos Serviços de Finanças, além disso, subtraiu as facturas e as fotografias dos equipamentos danificados durante o tufão do inquilino para requerer os abonos do governo, conseguindo assim, burlar 50 mil patacas de abonos e um empréstimo de 145 mil sem juros.
A mulher foi presente ao MP pelos crimes de burla (valor consideravelmente elevado) e falsificação de documentos.